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| Bruna Mozer | DA AGÊNCIA ANHANGUERA | ||
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O requerimento elaborado por um grupo de vereadores para revogação do reajuste de 126% dos salários deles próprios ganhou mais três adeptos e chegou a 20 adesões.
Na sessão de quarta-feira (1/2), 17 parlamentares assinaram o documento que pede a revogação do aumento salarial, que valerá na próxima legislatura (2013-2016), além de debate público e proposta de um novo percentual.
O documento ainda não foi protocolado e, formalmente, não chegou às mãos do presidente da Casa, Thiago Ferrari (PTB). O petebista se comprometeu com os parlamentares a apresentar um projeto sobre o tema — e levar à votação — se conseguissem as assinaturas.
O Regimento Interno da Câmara prevê que somente a Mesa Diretora pode apresentar projetos sobre esse assunto.
A demora em mandar o documento ao presidente seria o tempo para que os vereadores que ainda estão “em cima do muro” possam decidir se aderem ao movimento. O tempo extra evitaria um desgaste dentro do Legislativo, já que a retomada do assunto contrariou muitos parlamentares que preferiam não tocar mais no tema depois da repercussão negativa quando aprovaram o aumento.
Segundo o vereador Josias Lech (PT), um dos articuladores do movimento, o projeto deverá ser protocolado na segunda-feira (5/2).
Vereadores que não assinaram o documento afirmam que defendem um reajuste baseado na média do salário pago nas Câmaras Municipais de outras cidades com mesmo porte de Campinas.
Ao que tudo indica, um grupo de vereadores deve se articular para defender o percentual quando o projeto for apresentado e ir à votação.
Em Guarulhos, cidade com 1 milhão de habitantes, como Campinas, o salário dos vereadores é de R$ 11 mil, R$ 4 mil a menos do que propuseram os parlamentares daqui.
















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