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Prêmio ambiental celebra as boas ações de sustentabilidade


Criada há cinco anos, inciativa reúne o Grupo RAC e a Sanasa-Campinas


08/09/2011 - 07h53 . Atualizada em 08/09/2011 - 08h04
Fabiano Ormaneze   Agência Anhangüera de Notícias  
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O diretor presidente do Grupo RAC, Sylvino de Godoy Neto: reportagens têm papel multiplicador
(Foto: Cedoc/RAC)
Lauro Péricles Gonçalves, presidente da Sanasa: projetos passam a servir de exemplo ao futuro
(Foto: Cedoc/RAC)

Parceria entre o Grupo RAC e a Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A. (Sanasa-Campinas), o Prêmio de Responsabilidade Ambiental já entrou para a pauta de eventos da cidade. Por cinco anos consecutivos, a iniciativa das duas empresas possibilita que, durante a maior parte do ano, os leitores do Correio Popular possam conhecer, sempre às quintas-feiras, uma iniciativa de responsabilidade ambiental, realizada por empresas, instituições do terceiro setor ou voluntários. O principal objetivo, além de divulgar essas ações, é incentivar a criação de outras e homenagear quem desenvolve projetos de sucesso na área do meio ambiente, um dos grandes desafios contemporâneos. 

Todas os projetos apresentados entre fevereiro e agosto deste ano estão agora sendo analisados por cinco jurados a partir de preceitos aceitos mundialmente para avaliar ações de sustentabilidade. 

Ao final deste mês, serão divulgados os três vencedores (ouro, prata e bronze), em duas categorias: público/privado e terceiro setor/voluntários. A critério do júri, também poderá haver menções honrosas. 

Para o diretor presidente do Grupo RAC, Sylvino de Godoy Neto, a publicação das reportagens no Correio Popular assume a função de criar multiplicadores para atuar em ações ambientais. “As matérias têm o papel de mostrar como os diversos setores, inclusive o voluntariado, têm atuado para melhorar a situação do meio ambiente. As reportagens mostram que aquilo que antes era assunto para poucos, agora, toma a opinião pública, que já percebeu a importância dessas ações”, explica. O diretor presidente do maior grupo de comunicação do Interior paulista também lembra que, além desse projeto, a empresa jornalística mantém outros programas sociais, como é o caso do Correio Escola Multimídia, que, há quase 20 anos, mantém um curso de formação para que professores incentivem e usem a leitura de jornais e sites noticiosos nas salas de aula, em escolas públicas e particulares da Região Metropolitana de Campinas (RMC). 

De acordo com Lauro Péricles Gonçalves, presidente da Sanasa, as reportagens publicadas no Correio Popular trazem uma visão mais abrangente da questão ambiental, focalizando as ações positivas. “São atitudes que fazem deste programa um norte para alertar que muito ainda precisa ser feito quando falamos em responsabilidade ambiental. Dar visibilidade às ações ambientais divulgadas foi o principal motivo dessa parceria que, sem dúvida, trará atitudes ainda maiores, não só a Campinas, como a toda a região”, lembrou. De acordo com Gonçalves, as ideias de sustentabilidade e os projetos de responsabilidade ambiental precisam ser enaltecidos, para que “cada um de nós cultive e repasse aos filhos e netos a importância da preservação”.

Jornalismo
Do ponto de vista jornalístico, a produção de reportagens com temática afirmativa e positiva é defendida por várias instituições, entre elas a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura (Unesco). Para a instituição, uma das formas de avaliar a qualidade do material jornalístico de um país é verificar a existência de pautas sobre temas e projetos positivos, que possam estimular o desenvolvimento social e a participação popular. Com esse objetivo, todas as reportagens do Projeto RAC-Sanasa ocuparam uma página no caderno de Cidades, sempre às quintas-feiras. 

Edição atual apresentou 29 reportagens

Neste ano, o Projeto RAC-Sanasa de Responsabilidade Ambiental publicou, entre os dias 10 de fevereiro e 25 de agosto, 29 reportagens. Em 18 delas, foram apresentadas iniciativas de preservação ambiental vindas de órgãos públicos, como prefeituras e universidades, ou de empresas. Nas outras 11, o foco foram projetos desenvolvidos por organizações não governamentais (ONGs), organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) ou voluntários. As propostas apresentadas na página vieram de cidades da Região Metropolitana, como Campinas, Indaiatuba e Americana. Para participar e ter o projeto transformado em pauta, as empresas, voluntários ou instituições enviavam suas sugestões à redação do jornal. Todas eram avaliadas a partir de critérios jornalísticos, como originalidade, atualidade, abrangência e relevância. Para originar a reportagem, a iniciativa também não podia ter concorrido ao prêmio nos anos anteriores. Agora, durante a análise dos jurados para a decisão dos premiados, será levada em consideração a forma como cada iniciativa se relaciona com os cinco pilares da sustentabilidade definidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), ou seja, os impactos positivos que podem gerar do ponto de vista ambiental, social, econômico, cultural e político. Na reportagem a ser publicada na página do projeto na semana que vem, você vai conhecer quem são os jurados desta edição do prêmio. (FO/AAN)

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