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16/05/2012 21:32:13
Cervejas em 170 versões  Compartilhar
foto: Divulgação

O Nosso Bar, meca cervejeira devidamente postada no tradicional reduto democrático de Campinas, o Mercado Campineiro, comemora ter atingido 170 rótulos à disposição dos fãs das brejas, com dois representantes recém-chegados à casa.

Embora tenham aportado agora no pub campineiro, as duas cervejas há tempos fazem muito sucesso no mercado internacional.

A holandesa Oranjeboom apresenta cor clara e vibrante, com um aroma intenso e uma nota apimentada no final. A receita é única e inclui apenas ingredientes naturais.

A cerveja data de 1528 e é muito popular na Holanda. O nome, que significa, laranjeira, é uma homenagem à árvore de 400 anos que fica ao lado da fábrica, na cidade de Breda. As notas frutadas marcam sua fácil apreciação.

Lançada em 1847, a Carlsberg volta a ser vendida pelo pub. Idealizada pelo jovem mestre cervejeiro J. C. Jacobsen, então com 24 anos, na cidade de Valby, é orgulho dos dinamarqueses.

Segundo mestres cervejeiros, é uma cerveja gostosa de beber por ser equilibrada em sabor, cor, espuma e gás. A marca, que pertence a quarta maior cervejaria do mundo, está presente em 140 países. A vendida pelo Nosso Bar é importada de Portugal.

O nome da cerveja deriva da junção do nome de um dos filhos do fundador “Carl” mais a palavra “Berg” que significa “on a Hill” (em português “na colina”). 

Preços:
Carlsberg 250 ml – R$ 10,00
Oranjeboom 660 ml – R$ 20,00
 

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15/05/2012 22:40:40
Expedicionários e o anfitrião  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Pose para a claquete dos expedicionários gastroetílicos com o anfitrião Ley Andarilho, no Andarilho Bar.

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15/05/2012 22:39:24
Mel na cachaça  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Ley Andarilho, preparo especial da cachaça com mel.

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15/05/2012 22:38:39
Rabo de Galo  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Um drinque clássico, revisitado

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15/05/2012 22:37:41
Santa Dose  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Santa Dose. Pronta para servir gelada.

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15/05/2012 22:37:01
Preparação  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Preparando o Querubim do Norte.

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15/05/2012 22:36:00
Querubim do Norte  Compartilhar
foto: Ronei Thezolin

Uma bebida para ser apreciada lentamente

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15/05/2012 21:42:19
Expedição Gastroetílica: Andarilho  Compartilhar

A volta das Expedições Gastroetílicas ocorreu em grande estilo, em um dos mais boêmios bares do Cambuí, o Andarilho, que ganha em estilo ao homenagear os 100 anos do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, nos dois quesitos. E se o clima é o Nordeste, a cachaça bate ponto no cardápio. Mas não só ela.

Dono, que leva o bar no sobrenome, Ley Andarilho contou que em andanças nordestinas descobriu que a vodca e o rum também protagonizam cenas na região. "São produtos industrializados, mas os nordestinos têm seu jeito de consumir cada um deles", conta.

E o jeito é fartura. A Cuba no Nordeste vira Kit, lembra Ley, referindo-se à produção do drinque. Nada de copo ou dose, compra-se logo uma garrafa de rum, um saco de gelo, dois litros de Coca-Cola e tudo é misturado, para servir os amigos.

A fartura justifica a voracidade alimentar. Café da manhã no Nordeste tem linguiça, garante Ley, já para começar o dia com o estômago preparado para o há de vir.  "É um café da manhã reforçado, que começa bem o dia", afirma. No caso de umas doses a mais, a receita para rebater, acrescenta ele, é a buchada de bode.

Inspirado pelo fervor da região, Lay escalou pratos típicos e bebidas da botecaria brasileira que fazem sucesso no País todo, Nordeste inclusive. O cardápio traz quatro clássicos de bodegas, em versões revisitadas.

A Catuaba comparece por si, para os mais apegados às crendices ou às bebidas encorpadas. O Rabo de Galo do Andarilho tem vodca e vermute rosê com gelo. O Maria Mole leva vermute e conhaque.

O Santa Dose é de policiar, para não perder a conta e exagerar, de tão atraente. Mel com cachaça, uma mistura agradável que se perde no meio da conversa e o bebedor vai consumindo sem nem ver.

Mas a estrela é mesmo o Querubim do Norte, o Capeta revisto. Ley trocou o nome para garantir energias só das boas. Os ingredientes são vodca, conhaque, licor de cacau, suco de abacaxi, leite condensado e pó de guaraná. 

A diretoria pode pedir a versão incrementada, com abacaxi e morango macerados, e uísque no lugar da vodca. A homenagem ao Rei do Baião inclui música ao vivo e culinária típica sempre às quartas. Mas as bebidas estão lá todos os dias.

Leia mais sobre a gastronomia do evento no Toque de Chef.

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10/05/2012 23:04:31
Força e robustez  Compartilhar
foto: Divulgação

Todo país tem sua bebida típica. Exclusiva, adaptada, incorporada. Não importa. Um trago para chamar de seu. Mesmo que nem sempre seja a companhia ideal, por rústico que seja, mas que associa o nome à cultura.

A gelada Islândia tem o brennivín, uma aguardente feita com polpa de batata fermentada e cominho. A palavra brennivín significa literalmente vinho ardente e tem a mesma raiz que brande.

A bebida é geralmente associada ao prato típico do país, o hákarl, um tubarão venenoso quando consumido fresco pelo alto teor de ácido úrico. O tubarão-da-groenlândia deve ser cozido em diferentes águas.

Ou, para quem prefere, a iguaria passa meses enterrada até a carne apodrecer, alternando ciclos de congelamento e descongelamento. É servida em cubos e exibe um sabor marcante de amoníaco.

É preciso estômago resistente para consumir o bicho e há quem fraqueje e faça feio ao ser introduzido ao prato. Mas, garante a lenda local, o resultado é compensador porque seu consumo está associado à força e à robustez.

Para driblar o sabor forte do tubarão, nada melhor que um gole do brennivín. Ou vários, dependedo da coragem, ou falta dela, do comensal. A bebida tem graduação alcoólica de 37,5%.

Dizem que os islandeses não são assim tão patrióticos com relação à aguardente. Mas acabam cedendo porque os impostos sobre bebidas alcoólicas são muito altos no país, daí é preciso prestigiar a nacional, mesmo. Consta que teria sido criada em 1935.

Há quem diga ainda que brennivín tem suas origens no escandinavo aquavita, que surgiu na Dinamarca, também feito com batatas, ou cereais, e redestilado com aromatizantes, tais como cominho, anis-doce, coentro, endro, cravo e canela. É servido, de preferência, muito gelado. O destilado é produzido em praticamente todos os países da Escandinávia e exportado para o mundo inteiro.

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09/05/2012 22:27:16
Serra Vitis no Rio  Compartilhar
foto: Divulgação

A cidade do Rio de Janeiro é uma referência turística brasileira. Mas a serra fluminense guarda recantos que valem ser visitados. Um deles é Itaipava, que abrigará, de 17 a 20 deste mês, o evento enogastronômico Serra Vitis.

As atividades irão ocorrer em dois restaurantes: o Barão, em Itaipava, e o Restaurante do Solar, que fica no Solar Fazenda do Cedro, em Petrópolis. 

Segundo Beatriz Barros, organizadora da atração, o mês de maio foi escolhido porque o clima começa a ficar ameno e propício para a esse tipo de atividade.  Ela comenta que o objetivo é abrir a temporada da alta gastronomia na região serrana do Rio.

A programação inclui jantares e almoços harmonizados com vinhos, além de degustações de rótulos de diferentes países. Alguns eventos são temáticos, como o que homenageia a culinária grega. Informações e reservas nos telefones (24) 2223-3618  e (24) 2223-3601.

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07/05/2012 23:25:43
Sagrado e afrodisíaco  Compartilhar
foto: Divulgação

Ingredientes afrodisíacos sempre desafiam mentes mais imaginativas. Há vários. Vegetais, animais e minerais, pouco escapa do afã humano por intensificar sentidos. Mas há uma região da Inglaterra que, garantem os responsáveis, produz uma bebida ao mesmo tempo sagrada e afrodisíaca.

O Lindisfarne Mead é produzido pela St. Aidan's Winery. A bebida é um fortificante vinificado que mistura uvas brancas fermentadas, mel, ervas e a mais pura água de poços artesianos de Northumbria, que, dizem, é abençoada por espíritos do bem.

Ao mesmo tempo em que mantém a aura espiritual, a bebida é badalada como afrodisíaco, muito apreciada por casais em lua de mel. O nome é inspirado no antigo costume norueguês de os recém-casados consumirem hidromel para aumentar a fertilidade.

Conta a lenda que o Lindisfarne  é a bebida preferida de reis, deuses, amantes e heróis. É só usar a imaginação. Para quem prefere o pragmatismo, a fábrica oferece fermentados de várias outras frutas. Os preços variam entre 7 e 10 pounds a garrafa, na fonte.

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07/05/2012 22:40:22
Boas causas  Compartilhar
foto: Divulgação

Há muitas mobilizações por boas causas. Todas nobres. Uma boa ação com celebração é ainda melhor.  Os 75 anos do tradicional bar Giovannetti de Campinas serão comemorados com uma festa que terá 70% da renda revertida  às entidades Associação e Oficina de Caridades Santa Rita de Cássia, Centro de Educação Especial Síndrome de Down e Movimento Assistencial Espírita Maria Rosa.

O convescote acontece no dia 20 de maio, das 18h às 22h, no estilo botequim chique e com música ao vivo. A festa será na unidade Cambuí do Giovannetti,  prédio com mais de 150 anos, tombado pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas (Condepacc).

Os convites individuais estão à venda nas entidades e nas unidades Giovannetti ao preço de R$ 90,00 e dão direito ao cardápio especialmente escolhido para a data, que inclui os tradicionais petiscos e sanduíches do Giovannetti, chopes, caipiroskas, água e refrigerantes.

O Giovannetti Cambuí fica na Rua Padre Vieira, 1277, Campinas, SP. Telefone: (19) 3234-9510.

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03/05/2012 23:11:44
Dropes na bebida  Compartilhar
foto: Divulgação

Um ingrediente específico invadiu drinques e faz sucesso entre os que já experimentaram. O Halls, a bala, tem sido citado em misturas de cardápios descolados.

A receita base não varia muito. Propõe misturar vodca, Halls e leite condensado. Na proporção genérica de uma garrafa do destilado, um pacote do dropes e uma lata do concentrado doce. Bata tudo no liquidificador com gelo e sirva.

O sabor do Halls fica por conta do freguês. Consta que o de morango e o preto são os mais usados. Há algumas variações nas receitas. Uma sugestão é botar corante preto culinário na batida de Halls preto para dar um charme extra.

Também há dica de juntar 400ml de iogurte do mesmo sabor do Halls para incrementar o sabor do drinque. Outras indicam acrescentar suco de frutas à mistura. Para dar mais corpo, um pouco de licor de frutas.

Misturar sabores é válido. Tem também a possibilidade de substituir a vodca pelo vermute.

Os adeptos informam que o resultado tem punch e deve ser consumido com moderação. Também alertam que não é bacana guardar a batida por muito tempo, porque ela pode ter a consistência alterada.

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02/05/2012 22:20:49
Simples e honesto  Compartilhar
foto: Divulgação

Ambiente, cardápio, atendimento, higiene. Todo bom bar tem uma receita de sucesso que, invariavelmente, inclui os quatro citados itens bem adjetivados. Nenhum bar dá certo sem eles.

Nas andanças pela região é possível encontrar bons bares de todas as formas, cores e tamanhos. Há de ambientes mais sofisticados aos simples. Dos clássicos aos joviais. Dos classudos aos botecos. E vai quem quer onde quer. Eu penso que um pouco de tudo é bom.

E há as boas supresas. Bares simples, honestos, com bons cardápios e que cobram preços justos. Dia do Trabalho folgado, juntei gente para tomar um drink no final da tarde, coisa rara em dias que não sábados e domingos. Enfiei-me no Quiosque, em Valinhos, um bom exemplo de bar sincero, simples e esmerado.

O cardápio é variado e os preços, abaixo da média. No quesito drinques, surpreende. Há várias opções de destilados, sós ou acompanhados, para não deixar ninguém na mão. Mas não espere carta de vinhos.

O Sex On The Beach veio justo, bem feito e caprichado. Também vale a pena experimentar as caipirinhas que levam mel no lugar do açúcar. Sabor extra. E há ainda opção para quem gosta dos drinques da botecaria tradicional.

O Suor de Virgem leva cachaça, suco de tangerina e leite condensado, batidos no liquidificador e servido com gelo. Alternativa para quem gosta de adoçar a boca e o espírito.

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30/04/2012 22:55:58
Cerveja de banana  Compartilhar
foto: Divulgação

O universo das cervejas não cabe numa única vã filosofia. Há todo um infinito de possibilidades que se estende territórios afora. Das grandes fábricas aos produtores alternativos, cada cerveja tem lá sua personalidade. E elas são muitas.

Na Holanda, ao lado fulgurante da Bélgica no que se refere às cervejas, há uma fábrica que se dispõem a oferecer sabores tropicais, que na língua deles é definido como exótico, em meio ao malte e à cevada.

As cervejas com frutas já se espalharam consumo afora. Mas as holandesas vão além do senso comum das variedades cítricas. Um dos destaques da Mongozo é a cerveja de banana, de coloração amarela e feita com a fruta madura.

Segundo informa a empresa, a cerveja de banana é tradicional na África, principalmente na Tanzânia e Quênia, onde recebe o nome de “mbege”.  Contém 3,6% de álcool.

A Mongozo Coco tem de ser servida em um copo especialmente desenhado para ela e também tem 3,6% de graduação alcoólica.

A Mongozo Manga é recomendada para noites de calor e tem a fruta bem marcada em seu sabor. O álcool marca 3,6%. 

A Mongozo Quinua, chamado de mãe dos grãos ou grão dourado dos Andes, tem um amargor característico do cereal. Na Bolívia, ainda se bebe a tradicional cerveja dos incas que chamam de “chicha”, feita com quinua. Ela tem uma cor dourado escura e 5,9% de álcool. 

Oleosa, frutada e seca. Assim é a Mongozo Palmnut, o pinhão. Segundo a empresa, a cerveza também tem inspiração na África, onde é muito consumida em Angola. Tem cor vermelho escuro e 7% de álcool 

Mas nem só de produção exótica vive a Mongozo. A Premium da marca é primeira do mundo ao mesmo tempo orgânica e sem glúten. Soma 5% de graduação alcoólica.  Mongozo Premium tem um toque amargo, lúpulo suave e se bebe à grande. É produzida apenas com malte de cevada, lúpulo e arroz orgânico.

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26/04/2012 23:34:10
Personalidades no país  Compartilhar
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Por mais que um bom bebedor se esforce, sempre há o que descobrir nos tortos caminhos etílicos. O consumo de álcool é tão antigo quanto a civilização, desde as folhas mascadas, passando por cerveja e vinho, como se sabe.

E cada um se arranja como pode. Tem cana? Faz cachaça. Agave? Tequila. Cereais? Uma porção de coisas. Como o Krupnik, uma bebida típica lituana, semelhante a um licor, com álcool de cereais e mel, também popular na Polônia.

Além do mel, que garante a doçura, a bebida inclui 50 tipos diferentes de ervas aromáticas, com graduação alcoólica que pode chegar a 50%. Nas versões caseiras, as receitas são passadas entre as gerações das famílias. Alguns o aquecem antes de servir, mas vai gelado para quem preferir.

Versões mais exóticas incluem temperos picantes. Teria sido criado por monges beneditinos em um monastério no século 16. Há um tipo específico de Krupnik que contém mais ervas e menos mel.

O Nalewka, polonês, com 45% de graduação alcoólica, também tem tradição de ser feito em casa, com vodca ou álcool de cereais. O licor leva frutas, ervas, especiarias e melaço.

O nome Nalewka foi registrado para as bebidas produzidas no país, conforme decisão da União Europeia. A maior parte deles é envelhecida em barris de madeira. Gengibre, pimentas, damasco e cereja estão entre os ingredientes.

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24/04/2012 22:54:53
Banana e pimenta  Compartilhar
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Banana e pimenta. E mais. Canela e hortelã. Tudo num mesmo drinque. A banana é um ingrediente que exige cuidado na elaboração de coquetéis. O gosto muito característico, a doçura e a cremosidade nem sempre se saem bem instadas a dividir o ambiente do copo com destilados e afins.

Mas um barman de Cornélio Procópio, no Paraná, achou um meio de encaixar a fruta com pimenta e ainda especiarias. Uma explosão de aromas, sem sombra de dúvida. Para evitar uma sobre-exposição ao paladar, o ingrediente etílico escolhido foi o saquê.

A saquerinha binda outono e cria um clima caliente em comemoração, com amigos, a turma ou em dupla, afirma o bartender do Aguativa Golf Resort, Giliardi Machado, que criou o drinque especial para as festas latinas do pacote do Dia do Trabalho.

A receita leva 100ml de saquê, duas bananas maduras, um ramo de hortelã, uma pimenta picada, uma pimenta dedo de moça para decorar, oito pedras de gelo, duas colheres de sopa de açúcar refinado, uma canela em pau, um pedaço de abacaxi e uma cereja.

Coloque a banana, o hortelã e a pimenta picada na coqueteleira. Macere até ficar com consistência de purê. Junte duas colheres de açúcar refinado, acrescente saquê, gelo e bata por 10 segundos. Decore o copo com uma pimenta dedo de moça cortada, abacaxi, cereja e hortelã. Utilize a canela em pau para misturar a bebida.

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23/04/2012 22:43:46
O vermelho da groselha  Compartilhar
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Groselha tem gosto de infância. Não as conhecia pessoalmente, mas na versão xarope, que desintegrava no leite tingindo-o de um vermelho intenso. Leite com groselha, pão com manteiga coberta de achocolatado ou açúcar, conforme o humor do dia, biscoitos caseiros de nata com goiabada, bolos de variadas formas e tamanhos. Gosto de infância.

A groselha é uma fruta típica do frio. E, assim como outras de temperatura baixa, chegou ao mercado brasileiro na versão natural em pequenas porções. Cereja, framboesa, amora, mirtilo e, agora, groselha podem ser encontrados com relativa facilidade.

Comprei uma porção reduzida, rendendo-me aos sabores da meninice, do gelo picado servido em cones de papel cobertos com uma generosa porção do xarope. Mas se na época era doce, a versão real se mostra ácida e estranha ao paladar.

Comi algumas frutinhas e desisti, vencida pelo incômodo acre na língua. Dei outra destinação à groselha natural. Macerei com açúcar uma porção generosa e obtive um dos vermelhos mais bonitos que já vi. Acrescentei gelo e cachaça e achei para a fruta um parceiro quase tão perfeito quanto o leite. Embora o sabor da infância seja um concorrente de difícil superação.

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20/04/2012 21:08:39
Preço de uma casa  Compartilhar
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Bebidas caras sempre provocam muita curiosidade. Pagar uma pequena fortuna por uma garrafa, seja qual for o conteúdo, parece doideira para muita gente. Mas há que pensar que quem desembolsa milhares de moedas pelo item não está assim tão interessado em consumi-lo.

A verdade é que essas garrafas, mais do que um agrado ao paladar, é um investimento de colecionador. As bebidas quase nunca são consumidas, viram troféus, como quadros de um artista famoso, ou moeda de troca, idem.

Mas claro que há exceções. Gente para quem alguns trocados, ou muitos inteiros, não vão fazer a mínima falta. É uma questão de ostentação, claro. Mas se há quem compre, há quem vende.

Segundo a agência France Press, um saudita não viu problemas em desembolsar US$ 136 mil por uma garrafa de champanhe durante uma noite de diversão em uma discoteca em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

O homem, que passava a noite com mais de 20 amigos no seleto Cavalli Club, pediu uma garrafa de champanhe Louis Roederer Cristal 1990, que custou 500.000 dirhams, o equivalente a US$ 136 mil.

O gerente da discoteca, o francês David Lescarret, afirmou que apenas outras duas garrafas da bebida estão disponíveis no mundo, uma em um clube de Nova York e outra em Londres.

De acordo com Lescarret, o saudita, cujo país proíbe o consumo de álcool, é "um homem com idade por volta de 40 anos, culto e que fala vários idiomas", incluindo o francês, língua na qual pediu a garrafa, acrescenta a France Press.

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18/04/2012 22:18:57
Cristal de memória  Compartilhar
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Uma encantadora lembrança de Madri, e elas sempre são muitas para quem passou pela cidade espanhola, é um fim de tarde de verão em um dos vários restaurantes da Plaza Mayor. Pode ser coisa de turista e certamente boas opções de restaurantes na cidade não faltam.

Mas ceder uma tarde quase posta ao fim a bebericar uma sangria acompanhada de um bom presunto espanhol nesse histórico centro de convergência de gente e atrações culturais é mesmo um encantamento.

Há certas coisas que não podem ser reproduzidas fora de seu eixo. Sensações que a memória fixa de tal modo que se tornam cristais eternos de idílio. Não é apenas o lugar, mas um processo em que o corpo encontra prazer ao desenhar sobre si o ambiente da perfeição.

Como, assim, um reunir de alados. Ou de amigos. Incapaz de reproduzir o ponche da Plaza Mayor, fiz para alguns queridos uma versão moderna, presenteada com um espumante nacional de boa qualidade, comprado em promoção por excesso de exposição às luzes do mercado.

Cortei uma laranja em fatias bem finas, sem a casca. Separei cerejas ao marasquino da calda, na porção de um pote pequeno. Piquei uma maçã não muito grande em pedacinhos, também sem a casca. Escolhi uns pedaços de pêssego,  que de novo extraí da calda, e também cortei miúdo.

Juntei tudo com 100ml de licor de laranja, 400ml de suco de pêssego e duas garrafas de espumante. O suco e o espumante bem gelados. Servi aos amigos. Momento único de celebração. Cristal de memória.

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17/04/2012 22:20:56
Barril inovador  Compartilhar
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A Kaiser, produzida pela Heineken desde 2010, criou um novo produto na estratégia de associar a marca a uma das maiores cervejarias do mundo, com sede na Holanda, e ampliar sua participação no mercado brasileiro. Do meu ponto de vista, entre as lagers produzidas no Brasil, Heineken e Kaiser Gold merecem todo o crédito.

A Kaiser Barril é, segundo a empresa, um produto inovador no mercado brasileiro que possui tecnologia patenteada pela Heineken. O diferencial é que a cerveja é tirada sob pressão, até o último copo, por meio de um cartucho interno com CO2 que deixa o líquido mais cremoso, como se tivesse saído da chopeira de um bar.

O sistema DraughtKeg, desenvolvido pela companhia desde 2011, somente era comercializado na Holanda e na Itália. Kaiser foi a primeira marca estrangeira da companhia escolhida para lançar essa embalagem fora da Europa.

“O fato de Kaiser lançar no Brasil essa inovação, só confirma que a Heineken endossa a qualidade da cerveja, produzida sob os rigorosos processos da empresa. Para nós, é um motivo de orgulho ter Kaiser como protagonista de uma grande inovação no mercado brasileiro de cerveja”, afirma Mariana Stanisci, diretora de Marcas Mainstream da cervejaria.

O processo de produção é rigoroso, com uma fermentação sem pressa e armazenagem extrafria. Todos os passos são acompanhados por mestres cervejeiros renomados.

A Kaiser Barril tem quatro litros e pode ser consumida até 30 dias após aberto. O sistema DraughtKeg também permite que o líquido seja servido sob pressão, e sai com uma espuma cremosa, que realça o sabor da cerveja, tornando a ainda mais fresca. A embalagem pode ser mantida em geladeira depois de aberta.

Criada formalmente no Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo Femsa, a Cervejaria Heineken é baseada em São Paulo e é subsidiária da marca holandesa. 

São produzidos e comercializados no País os produtos: Kaiser, Summer Draft, Kaiser Bock, Gold, Bavaria Clássica, Bavaria Premium, Bavaria sem álcool, Heineken, Sol Pilsen, Sol Premium, Xingu e Santa Cerva. A companhia importa ainda as cervejas Dos Equis, do México, Amstel Pulse, da Holanda, Birra Moretti, da Itália, Edelweiss, da Áustria, Murphy’s Irish Stout e Murphy’s Irish Red, ambas da Irlanda.

enviada por Silvana
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16/04/2012 15:38:50
Jura  Compartilhar
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O mercado brasileiro de single malts cresceu 45% em 2011. Já acostumado com os blended whiskies, o brasileiro agora está se aventurando pelo universo dos whiskies mais nobres e mais sofisticados. O crescimento esperado para esse mercado é de 25% em 2012.

Não é à toa que as grandes marcas estão de olho no Brasil. Uma que passou a atuar em terras tupiniquins é a Jura. A destilaria fica numa remota ilha localizada na costa oeste da Escócia, na região de Islands.
A destilaria existe desde 1810 e com essa idade toda, não é de se estranhar que o local seja envolto de histórias mirabolantes e crenças. Para aumentar a imaginação dos supersticiosos, três picos contornam a ilha, chamados de “Paps of Jura”, que podem ser avistados de qualquer lugar.

Os 'diurachs', integrantes de uma comunidade local, acreditam que traz boa sorte bater na madeira antes de beber um trago de Jura. Esta população, estimada em 180 pessoas, dedica-se integralmente à produção do whisky.

Superstição à parte, o Jura é daquelas bebidas especiais, que é preciso experimentar ao menos uma vez na vida. No Brasil, é vendido em duas versões: o Jura 10 – Origin e Jura 16 – The Duirach’s Own.
O Origin é leve e delicado com final de mel. Tem sabor de caramelo e alcaçuz e grãos de café torrado. Vendido a partir de R$ 110,90. O Duirach's Own é maturado por 16 anos. Tem aroma de café torrado e gengibre, é encorpado,com sabor de chocolate amargo combina notas de laranjas e levemente apimentado. Vendido a partir de R$ 161,90.

enviada por Patrícia
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13/04/2012 22:51:39
Variedades da Coreia  Compartilhar
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O saquê é a mais popular bebida oriental nos cardápios brasileiros. O fermentado de arroz, com graduação alcoólica em trono dos 16%, migrou dos restaurantes japoneses para qualquer botequim de respeito, onde geralmente é consumido em misturas.

Do Oriente, ainda são conhecidas as cervejas japonesas e mais recentemente o shochu, de grafia variada, um destilado feito também de arroz, ou cevada ou batata doce, muito popular na China,

Mas há muito mais da produção etílica oriental que só é conhecida dos iniciados, encontradas em locais especializados em produtos da região. Das Coreias, são muitas as variações obtidas a partir do arroz, algumas com toques inusitados.

A bebida na Coreia é uma parte importante da cultura, também para a socialização. Não é incomum que empresários e estudantes, em grupo, sejam vistos bebendo a qualquer momento do dia. Mas há também regras de etiqueta aos tradicionalistas, como utilizar as duas mãos para servir alguém de hierarquia superior.

O Makkoli, fermentado de arroz, branco e de consistência leitosa, tem entre 6% e 7% de álcool. É bebido em pequenas tigelas. Exibe sabores como arroz, arroz torrado e soja preta. O Dong Dong Ju é semelhante ao Makkoli, mas traz bits de arroz dentro da bebida

Baek Se Ju é outro fermentado com sabor forte. A bebida amarela leva ervas na composição, como ginseng e gengibre. A lenda diz que quem consome a bebida regularmente vive até 100 anos, pelo menos. É o que o nome sugere, que pode ser traduzido como vinho de 100 anos.

Maeshil Ju é o nome de uma fruta, como uma ameixa verde, que batiza a bebida. É ao mesmo tempo doce e amargo. Os vinhos de ameixa verde são populares na China e no Japão, mas a versão coreana se diferencia pelo uso de açúcar mascavo na mesma proporção da fruta.

O Heukmeeju é feito de arroz preto, o que lhe garante um aroma especial. É um licor seco que se apresenta muito bem acompanhando carnes.

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12/04/2012 23:04:47
Copo de gelo  Compartilhar
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Há uma série de acessórios e possibilidades para quem gosta e faz questão de manter a bebida estupidamente gelada. Colocar o copo de vidro na geladeira é uma delas. Com isso, o recipiente não transfere calor e a temperatura do líquido não se altera.

Alguns bartenders costumam usar a técnica com outras receitas, como a taça que recebe o Dry Martini. Outra alternativa são as canecas térmicas que prometem manter a temperatura mais tempo.

Mas ainda há uma uma terceira opção. O copo de gelo. Já há formas disponíves no mercado para que o bom entendedor possa produzir em casa o utensílio. Basta colocar água, congelar e servir a bebida dentro.

Há formas de diferentes modelos e tamanhos. Mas como é preciso levar em conta o fator estado da água, que de sólido vai a líquido se não se mantiver em temperatura condizente, é melhor não arriscar muito.

Formas para criar copos shots são uma boa pedida para impressionar e servir drinks rápidos, que podem ser tomados num gole só, ou poucos mais. Uma dica é usar suco de fruta na confecção do copinho e garantir mais sabor à bebida. Tudo conforme a imaginação.

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11/04/2012 22:25:09
Cachaça, dispersador étnico  Compartilhar
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Cachaça nos Estados Unidos, só a brasileira. Nenhum produtor do país do Norte das Américas pode mais dar o nome da nossa bebida tradicional a seus destilados, diz acordo formal adotado por Dilma Rousseff e Barack Obama. Mas também nenhum alambique brasileiro pode mais chamar de bourbon uísques made in Brasil. Cada um com seu cada qual.

A cachaça se fortalece como bebida de origem protegida. Mas o que pouca gente sabe é que ela já serviu de moeda de troca. Um em cada quatro escravos da Angola enviados para o Brasil entre o período estimado de 1710 a 1830 eram trocados por cachaça.

“A revelação gostosa e catastrófica para negros africanos e amerabas brasileiros. Dissolvente dinástico, dispersador étnico, perturbador cultural”, definiu o folclorista Luís da Câmara Cascudo, em seu livro O Prelúdio da Cachaça.

Segundo a Confraria Brasileira da Cachaça, antes dela, tanto os negros como os índios desconheciam bebida tão poderosa. A Confraria lembra que os índios produziam um tipo de bebida fermentada a partir da mandioca mastigada e cuspida. Chamava-se cauim.

Os africanos também bebiam um vinho obtido do caldo de palma. Mas, segundo Câmara Cascudo, nada chegava aos 18 ou 22 graus alcoólicos da cachaça produzida na época, acrescenta a Confraria.

A produção de cachaça no Brasil chegou a ser proibida pela coroa em 1649, o que, segundo Câmara Cascudo, abriu espaço para o contrabando “inevitável e prolífero”. E muito lucrativo, pois todos os riscos que a operação envolvia eram embutidos no preço ao comprador, conforme a Confraria. 

 A estimativa é de que 310 mil litros de cachaça foram enviados por ano para Angola, o que correspondia a quase 80% das bebidas alcoólicas que chegaram à colônia (as demais eram vinho e bagaceira, de Portugal), apura a Confraria. Ao menos um milhão de escravos do país, afirma, foram trocados por cachaça ou tabaco.

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10/04/2012 23:01:47
Half and half  Compartilhar
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Half and half é um ingrediente muito comum em drinques cremosos, para quem gosta de uma bebida com mais consistência. É feito com metade de leite e metade de creme de leite, batidos. Por exemplo, na proporção 200ml de leite para 200ml de creme de leite. Daí deve-se respeitar a medida da receita do coquetel ou, os mais ousados, sua própria quantidade.

O Strawberry Cream leva 30ml de licor de morango, 60ml de half and half, um pouco de açúcar e dois morangos. Bata todos os ingredientes no liquidificador com gelo, coe e sirva, decorado com um morango.

O White Russian Cocktail usa 60ml de vodca, 30ml de licor de café e 30ml de half and half. Bata tudo muito bem e sirva num copo com gelo.

O Bee's Kiss tem o mel como ingrediente lúdico. É só bater bem 60ml de rum branco, 5ml de half and half e 5ml de mel. Sirva com gelo. Nesta receita, acho que vale crescer o mel e/ou o half and half conforme o gosto.

O Chocolate Covered também tem lá seu lado lúdico. Leva 45ml de licor de amêndoas (Amaretto), half and half, mais xarope de chocolate e leite. Num copo alto com gelo coloque um pouco de leite, até mais ou menos a metade. Junte uma polegada de half and half, acrescente o xarope de chocolate e coloque o licor no final. Daí é só mexer.

O Chi Chi tem uma pegada tropical. Bata no liquidificador 45ml de vodca, 120ml de suco de abacaxi, 30ml de leite de coco e 30 ml de half and half com gelo. Sirva com abacaxi para enfeitar o copo.

Quem gosta de tequila, pode arriscar o Tequila Rosie, com 45ml do destilado de agave, 60ml de half and half, 20ml de xarope de morango. Bata na coqueteleira com gelo e sirva.

E este, que tem o título mais sugestivo de todos, Screaming Against the Wall Orgasm. São 30ml de Kahlua ou licor de café, 30ml de Baileys ou irish cream, 30ml de Amaretto ou licor de amêndoa, 30ml de vodca batidos com gelo na coqueteleira. Acrescente half and half e bata mais. Sirva com o gelo ou, se preferir, coe em um copo menor.

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09/04/2012 21:54:00
Para os exigentes  Compartilhar
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Falei alguns dias atrás sobre a produção de vinhos de Santa Catarina, que tem apresentado grandes rótulos para exigentes consumidores. Há muito a ser descoberto nesse estado de tradição europeia rico em culturas e, como se vê, em representantes de Baco. 

A vinícola  Villa Francioni se exibe em um lugar de excepcional beleza, cravado na serra catarinense, com uma arquitetura festejada e premiada. Paisagens enchem os olhos.

O vinho Michelli - safra 2005, um dos principais representantes da empresa, foi eleito o melhor durante uma degustação às cegas promovida em São Paulo no ano passado.

O enólogo da Villa Francioni, Orgalindo Bettú, comentou que o vinho dormiu 34 meses em carvalho francês novo. Ele lembrou que apenas os melhores suportam mais de 24 meses de amadurecimento em barrica.

O Michelli é produzido com 80% de uvas sangiovese, cabernet sauvignon e merlot. Tem guarda de até 20 anos. Custa em torno de R$ 160 a garrafa.

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09/04/2012 21:26:00
Com a mão na massa  Compartilhar
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O livro Coquetéis traz mais de 200 receitas, dos clássicos aos contemporâneos, além de instruções sobre o modo de fazer, informações das bebidas usadas e um  glossário para explicar todos os termos usados.

Acessórios indispensáveis para fazer bonito, como coqueteleira, liquidificador, coadores e dosadores, são mostrados em detalhes.

As receitas são agrupadas em variações sobre cada destilado, como vodca, rum, uísque, tequila, brandy. O leitor escolhe o favorito. As receitas são fáceis de seguir, com os ingredientes e os acessórios indicados.

O livro é da  Editora Marco Zero, com 160 páginas. Custa R$ 76,90.

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03/04/2012 23:21:43
Variedades do Brasil  Compartilhar
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A produção da vitivinicultura nacional vai muito além das garrafas dispostas nas prateleiras dos supermercados. Recentemente, meu irmão Raul esteve no Sul do Brasil e ficou surpreso com a variedade de vinícolas e rótulos.

Alguns sequer chegam ao mercado nacional, são diretamente embarcados para fiéis clientes de diferentes países. Outros saem da fábrica diretamente para adegas especializadas, vasculhadas por consumidores que não se importam de pagar altas cifras por bons exemplares.

Embora ainda seja um produtor em formação, o Brasil tem muitos vinhos de qualidade destacada, reconhecidos e referenciados mundo afora. E não se tratam apenas dos espumantes. Tintos poderosos têm pedigree nacional. A maior parte deles ignorada do grande público.

Uma forma de conhecer um pouco mais desses rótulos são as distribuidoras e revendas especializadas, onde sempre há opções interessantes, também por preços acessíveis.

O Rio Grande do Sul continua sendo o estado mais produtivo, mas há vinícolas bem sucedidas também na região do Vale do São Francisco e em Santa Catarina, um estado muito promissor e que já se manifesta.

Um vinho diferenciado de Santa Catarina é uma surpresa sob vários aspectos. O Pericó Icewine é feito com Cabernet Sauvignon plantada a 1.300 metros de altitude, na serra catarinense. O inusitado é que a uva madura é colhida congelada, naturalmente, no vinhedo, a uma temperatura de -7,5 graus, em média, no final do outono.

As uvas são cultivadas em espaldeiras, em produção restrita de meio quilo por planta. O vinho licoroso asssume uma cor rosa granada com reflexos castanhos.

Segundo a empresa, o aroma é intenso e complexo, com forte presença de frutas como uva passa, figo seco, tâmaras secas, ameixa seca e um discreto aroma de goiaba, apresenta também aroma floral lembrando as rosas, de baunilha e de chocolate. Mas tudo tem um preço e o Icewine custa mais de R$ 200 a garrafa.

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02/04/2012 22:55:14
Começo de outono  Compartilhar
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Não é muito fácil pensar em cores de outono em um país tropical. Por bênção divina, me perdoem os que não creem, a tropicalidade desafia as estações. Chove no inverno do Norte, mas não faz frio. O sol resplandesce no inverno do Sudeste e as árvores continuam verdes, mesmo que um tanto mais pálidas.

Todo mundo sabe que inverno não é minha estação preferida. Não gosto de frio, me permitam os que gostam. Mas vejo no começo do outono, quando dias e noites ainda estão quentes, uma certa poesia escrita nas paisagens. Gostos das cores todas. Dias muito claros, céus muito azuis, fins de tarde alaranjados. E uma brisa forte que parece trazer muitas e muitas notícias não sei de onde.

Não temos na nossa tropicalidade as alterações que se veem em países onde o inverno é rigoroso e todas as árvores despedem-se em véus amarelos antes de ficarem nuas. O inverno, onde faz frio, é cinza. Mas o outono é dourado.

Daí duas receitas para animar os que gostam do calor, feito eu, a encarar o começo do frio. São receitas que remetem às cores do outono amarelo das regiões onde ela se apresenta.

O drinque Folhas de Outono mistura na coqueteleira uma dose de pisco, outra de licor Drambuie, 15ml de Campari e 15ml de suco de limão. Bata com um pouco de gelo e sirva num copo de martini sem ele, guarnecido com uma espiral de casca de laranja. Eu, que sou confessa não fã de Campari, prefiro ficar nos outros dois destilados.

O Delícia de Outono exige uma dose de uísque de boa procedência, de preferência 12 anos, num copo alto com algumas pedras de gelo. Acrescente sidra de maçã e polvilhe com canela. Use paus de canela e fatias de maçã para enfeitar.

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29/03/2012 22:23:32
Ovo de Páscoa de cerveja  Compartilhar
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Pácoa e cerveja. Pode ser também. A Skol aposta na tradição da data e lançou um kit de ovos de chocolate, e de cerveja, para presentear os fãs que mais interagem com a página da marca no Facebook.

Criado em parceria com a chocolateria Folie, o "Redondinho", como o ovo foi batizado, é feito de chocolate trufado e tem em seu recheio a cerveja Skol. O resultado é uma combinação de chocolate com leve gosto de cerveja.

O presente de Páscoa da marca vem em um kit que contém 6 ovos redondos dentro de um miniengradado personalizado.

"Criamos um ovo feito com cerveja para presentear nossos fãs mais engajados e também daremos a oportunidade para aqueles que são apaixonados pela marca comprarem a novidade", afirma Pedro de Sá Earp, diretor de Marketing de Skol.

Além de presentear os mais interativos na web, os fãs que se marcarem nas fotos postadas do ovo Skol no Facebook receberão o kit em casa. O "Redondinho" poderá ser comprado também na página do Facebook, a R$ 70 o kit, em quantidade limitada. A venda é restrita a maiores de 18 anos.

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28/03/2012 22:40:37
Homenagem a Marilyn  Compartilhar
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Marilyn Monroe, ícone da cultura pop, era uma entusiasta do champanhe, muito sabiamente, diga-se.  Há um drinque que leva o nome da atriz, feito com a bebida. Na receita original, o Marilyn Monroe leva um espirro de grenadine, outro de brandy de maçã, na taça flute. Daí é só completar com champanhe, ou espumante.

No dia 5 de agosto, completam-se 50 anos de sua morte. Alguns tratam como suicídio, outros insistem na teoria do homicídio "queima de arquivo". Ao lado do corpo da atriz, de 36 anos, foi encontrado um frasco vazio de remédios. Consta que o laudo da autópsia teria desaparecido.

O livro A Conspiração Marilyn, de Milo Speriglio, afirma que o legista responsável, Dr. Naguchi, reconheceu que a autópsia foi "incompleta" porque a tese de suicício chegou ao necrotério antes mesmo do cadáver.

Então todos os procedimentos da autópsia foram direcionados levando em conta suicídio. Isso, porém, não impediu que o Dr. Noguchi, mesmo contrariando ordens superiores, examinasse os órgãos. 

Ele alegou que se ela tivesse se suicidado ingerindo os comprimidos oralmente, todo o trato digestivo estaria amarelo devido aos corantes que são adicionados nesse tipo de remédio, diz o livro.

Mas o estômago e o intestino estavam vazios e, de acordo com exames, o nível da substância se encontrava alto no sangue e no fígado, o que indicaria que foi injetada diretamente na corrente sanguínea, acrescenta.

A família Kennedy e até mafiosos foram apontados como responsáveis pela morte, sem que nada nunca fosse provado. Especulações à parte, para lembrar a data, foi criada a exposição itinerante Quero Ser Marilyn Monroe, que está em São Paulo, na Cinemateca Brasileira, até 1 de abril.

A Chandon misturou as coisas e recriou o drinque preferido de Marilyn, com espumante rosê. A bebida integra o menu de restaurantes paulistanos, durante a mostra, como Armanda, Ecco, Arturito, Pomodori, Forneria Amauri, Forneria Higienópolis, Dressing, Magari, Ilha das Flores, Olea, Le Petit Mercearia do Francês, Mercearia do Francês, Josephine e Serafina.

A título de curiosidade, para os românticos, o ex-marido de Marilyn, Joe Dimaggio, enviou seis rosas vermelhas para a sepultura dela, três vezes por semana, durante 20 anos após a morte da musa.

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