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O xadrez prova neste look que pode ser usado com discrição. Nesta composição o modelo é voltado para executivos...bem composto com um suetér para amenizar as noites mais frias enquanto os olhos estão fixos no jornal.
Com ares de mistério, a editora esconde muita coisa dentro deste longo casaco...a começar pelo charme na hora da foto.
Se já não bastasse ter escolhido o xadrez para seu vestidinho modelo boneca, a editora do Correio Popular fez questão de caprichar no look com uma meia preta fio 80 e botinha para proteger do frio.
Embalada pela música sertaneja, nem tão universitária, esta repórter desfilou ontem pelo Grupo RAC com o mais puro xadrez, mas se negou a cantarolar o hit: "eu me amarrei"
Sabemos quem é que escolhe o vestuário deste editor. Parabéns! A camisa foi escolhida com muito cuidado para a comemoração dos 15 anos de casamento. Eba! Festa...
Aguardamos comentários....
Se já não bastasse dividir a mesa de trabalho, dois repórteres da RAC parece que também combinaram os modelitos, mas em cores diferentes. Quem escuta esses dois jornalistas durante o horário de expediente, garante que a convivência é, digamos, pacífica.
Séria e compenetrada, uma das repórteres do Grupo RAC preferiu adotar o xadrez em um modelito mais executivo, um tailler. Fez bonito!
Sem vestir nenhuma peça de xadrez, uma repórter assanhada do caderno de Cultura do Correio Popular, não teve pudores ao enxergar um guarda-chuva xadrez alheio. Para participar desta galeria, valeu até fazer pose.
Acostumada a pegar os melhores ângulos das cenas dos entrevistados e melhorar, cortar, colar e fazer das imagens notícia, esta mocinha que é mineira também apostou no xadrez como peça-chave para esta estação.
Como diria a vovó, o xadrez parece "ornar" com o clima mais frio. Quem entende de "palavras riscadas" também aderiu à moda do momento e ficou bem na cena.
O xadrez também foi escolhido lá pelas bandas culturais.
Por incrível que pareça grande parte da redação do Correio decidiu vestir roupas com estampa xadrez. Tá na moda! Confira as mais variadas versões no estilo de repórteres e editores do Grupo RAC.
O primeiro modelito é da versão masculina de quem entende muito deste País.
Depois de tanto gritar tricampeão, o torcedor santista lança mão de um cachecol preto para garantir a boa voz e dar uma bronca na reportagem (a qualquer segundo).....
Tem repórter que não abre a mão de desfilar com cores e sabores retrôs. O que vai dentro da sacola bacanérrima, ela não revela....
Na dúvida se revela ou não sua identidade, o gosto musical de alguns repórteres barra qualquer tipo de anonimato.
No maior estilo "urban", o repórter não se acanha em posar para as lentes. Mesmo no tempo nublado, os óculos garantem o charme e a cara de bad boy sorridente.
Em dias de muito frio, nada melhor do que uma proteção segura como o couro para barrar os ventos gelados das ruas onde rodam as notícias de Campinas....Quem fez a escolha certa?
Quem será que não deixa de cumprir todas suas tarefas com um belo acessório para dar cor aos teclados da redação.....?
Em dias de tempo instável, quem será que escolheu as rendas para se proteger das águas que rolam incontroláveis....
Que as pessoas ficam mais bonitas e elegantes no inverno, não é novidade. O blog .M flagrou vários acessórios estilosos na redação do Grupo RAC. Dá para perceber que a criatividade e o talento vão além das produções textuais.
Olhe o lenço com belas andorinhas em homenagem a Campinas
PS: Adivinhem quem é que declara seu amor à cidade!
"Para que as luzes do outro sejam percebidas por mim devo por bem apagar as minhas, no sentido de me tornar disponível para o outro"
Mia Couto
Eu quero uma cadeira desta para trabalhar! Sensacional! Também adoraria tê-la no carro, na cozinha, no cinema...
Mulher doa o rim à chefe e depois é demitida. Como se explica isso?
Na foto, Debbie Stevens, a doadora
Durante a primeira edição da Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília, a escritora Martha Medeiros (amada especialmente pelas mulheres por suas abordagens do cotidiano) declarou algumas coisas que, na minha opinião, a tornaram mais interessante. Uma delas é que ela não se sente uma conselheira ou terapeuta; a outra é o que ela pensa sobre a internet: "Não me identifico com essa urgência de viver. Não abro mão da minha introspecção", apesar de reconhecer a força da web. Ela aproveitou para reclamar dos textos que jogam na rede e assinam seu nome, ou extraem partes do que ela escreve e alteram como bem querem. "Eu preferia ser lida por menos gente, desde que minhas crônicas fossem lidas inteiras."
Dom Pedro I ficou para a história como o imperador garanhão, que não resistia a um rabo de saia e mantinha várias amantes. Tudo indica que isso não é mito. O novo livro da historiadora Mary Del Priore, “A Carne e o Sangue” (Rocco), traz mais elementos para reforçar este perfil do imperador. Além da amante Domitila, a famosa marquesa de Santos, ele teve um romance com a irmã dela, a baronesa de Sorocaba. O verdadeiro triângulo amoroso, portanto, aconteceu entre eles três, porque a princesa Leopoldina, a esposa oficial, vivia reclusa e infeliz, até morrer prematuramente. Documentos inéditos encontrados pela historiadora revelam mais detalhes destas relações secretas. Também revelam como Leopoldina sofria por viver no Brasil, que ela odiava, e que de liberal ela não tinha nada. No fim da vida, só se rendeu às tendências poíticas porque era submissa ao marido. Como definiu a historiadora, a imperatriz era na verdade uma mulher do seu tempo. O livro mostra um pouco destas mulheres da corte brasileira no século 19.
O que passa pela cabeça de uma noiva que é capaz de se alimentar por sonda para perder peso até o casamento, ainda que isso coloque sua saúde em risco?
Nos Estados Unidos, inventaram uma dieta maluca para as noivas apressadinhas e sem tempo que querem 'causar' no casamento (link abaixo). Mas, além de tempo, falta vontade de se esforçar com uma dieta equilibrada e algum tipo de atividade física.
Aos 79 anos, a mãe de Carlos Cachoeira (acusado de chefiar a máfia dos caça-níqueis e outras crontravenções) morreu por problemas no pulmão, que se complicaram desde a prisão do filho. Ele não foi ao enterro, mas chegaram ao velório inúmeras coroas de flores enviadas por políticos e até pela secretaria da Indústria e Comércio de Goiás. Tinha de sobrar pra mãe! O cara apronta e quem sofre é a progenitora!
Aguardava na entrada do Teatro Municipal de Paulínia para entrar no espetáculo 'Cabaret' quando vi logo duas noivas (uma toda feliz e outra brigando com o noivo) tirando fotos para o álbum. Não sei se pode haver coisa mais 'démodé' que isso, mas nem foi o ato em si que me chamou a atenção. O que mais se destacava no meio disso tudo não era sequer o brilho exagerado dos vestidos, mas sim os sapatos coloridos que as duas usavam. Uma delas estava com um scarpin pink, mas tão pink que reluzia. Puxa, descobri que a 'démodé' era eu: trata-se de uma tendência da moda noiva 2012. A ideia até que é legal, porque quebra a monotonia dos modelos tradicionais, mas é muito mais fácil errar que acertar nesta escolha. Eu diria que é como uma casca de banana no tapete vermelho.
Mulheres costumam cometer este erro: no afã de ajudar, ou de fazer acontecer, tomam as iniciativas e fazem tudo. Não são todas, é claro, mas há sempre por perto uma mulher com este perfil. Não caia nesta armadilha.
Eu aguento até rigores
Eu não ligo pra conchavos
Eu suporto aparências
Mas...
Eu não gosto do bom gosto
Eu não gosto de maus tratos
...
Esta música da Adriana Calcanhoto, do seu segundo CD, Senhas, lançado há 20 anos, em 1992, parece que combina com 2012. Sempre vale a pena escutar:
http://letras.terra.com.br/adriana-calcanhotto/#mais-acessadas/66697
Senhas
Adriana Calcanhotto
Eu não gosto do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto dos bons modos
Não gosto (2x)
Eu aguento até rigores
Eu não tenho pena dos traídos
Eu hospedo infratores e banidos
Eu respeito conveniências
Eu não ligo pra conchavos
Eu suporto aparências
Eu não gosto de maus tratos
Mas o que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto dos bons modos
Não gosto
Eu aguento até os modernos
E seus segundos cadernos
Eu aguento até os caretas
E suas verdades perfeitas
O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Eu não gosto dos bons modos
Não gosto
Eu aguento até os estetas
Eu não julgo competência
Eu não ligo pra etiqueta
Eu aplaudo rebeldias
Eu respeito tiranias
E compreendo piedades
Eu não condeno mentiras
Eu não condeno vaidades
O que eu não gosto é do bom gosto
Eu não gosto de bom senso
Não, não gosto dos bons modos
Não gosto
Eu gosto dos que têm fome
Dos que morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem (2x)
Eu gosto dos que têm fome
E morrem de vontade
Dos que secam de desejo
Dos que ardem (5x)
O acupunturista, osteopata e fisioterapeuta (às vezes bruxo, como gosto de chamar quem descobre seu mal ou tira sua dor!) me disse: "Você precisa melhorar seu baço".
"Humm. Ok", respondi.
Não tive coragem de perguntar: "O que é que o baço faz mesmo? Eu tenho baço, é?"
Não perguntei e fiquei sem resposta. Preferi não passar vergonha (aliás, o que não adiantou nada, porque cá estou revelando a muito mais pessoas que eu não sabia o que meu baço fazia dentro do meu corpo! Paciência, a vontade de contar é mais forte!).
Fui 'googlar', é claro.
Eis que: O baço é um órgão do tipo glandular localizado na região superior esquerda da cavidade abdominal. Este órgão tem contato com o pâncreas, o diafragma e o rim esquerdo. Tem capacidade de fabricar anticorpos.
Ah bom! Agora eu entendi.
A dica do médico: "Coma inhame."
Não podia haver remédio melhor: adoro inhame, inclusive porque me lembra infância, quando minha mãe sempre fazia.
Pronto, agora já sei como cuidar do meu baço e pra quê ele existe!
Reinvente-se.
Esta é nosso valor maior: a capacidade de reiventar-se.
Renovar todos os dias é preciso.
FELIZ DIA DA MULHER
Esta semana eu elegi mais um 'melhor amigo da mulher': o frentista.
Ele é muito melhor que GPS.
Como é de praxi, homens não gostam de pedir informação; preferem rodar até encontrar o caminho e acabar o tanque, mas não querem perguntar. Por isso inventaram o GPS!
Mas, via de regra, mulheres não têm problema com isso: quando estão perdidas, param e perguntam.
Ninguém melhor a quem perguntar que O FRENTISTA.
E tem mais: normalmente eles te atendem sorrindo, são respeitosos e dão a informação correta.
É um grande amigo da mulher!
Cerca de 80% a 90% das mulheres decidem as compras nas áreas de alimentação, beleza, orçamento doméstico e criação de filhos, segundo o instituto de pesquisa Sophia Mind, empresa do grupo Bolsa de Mulher. A mesma pesquisa mostra que 60% a 70% do público feminino influencia na compra de serviços telefônicos e turísticos, e que 50% decidem sobre vestuário masculino. Elas correspondem a 66% do potencial de consumo no Brasil.
Agora falta dividir estas decisões e incluir outras esferas de poder!!
O Jornal da Globo de ontem exibiu uma reportagem curiosa sobre algumas mudanças de comportamento na Ásia.
Entre os asiáticos, há cada vez menos mulheres na população, e as poucas que existem não querem mais se casar ou demoram para tomar esta decisão. Este cenário faz com que haja muitos asiáticos à procura de uma mulher para se casar. Alguns estão pagando por isso e vão aos países mais pobres à procura de quem se venda.
Ou seja, as mulheres mudam, em todo o mundo elas querem usufruir da liberdade de se casarem mais tarde, mas os homens continuam querendo comprá-las. Sem falar do fato de que há poucas mulheres na Ásia porque os pais fazem o aborto seletivo – matam o bebê quando descobrem que é do sexo feminino, porque mulheres não dão o retorno financeiro que eles esperam.
Há mudanças culturais e sociais, portanto, que não podem vir sozinhas.
Sandra acorda todos os dias às 5h, toma banho, se arruma e prepara o café da manhã da filha de 6 anos e do filho de 12. Dá banho na menina e finaliza o almoço do menino, que vai continuar dormindo em casa sozinho. Sai com pressa de casa para pegar o ônibus às 6h no bairro da periferia de Campinas. Deixa a filha na creche às 7h, no Centro da cidade. Vai trabalhar. Entra às 7h40, toma seu café da manhã com pão, queijo e manteiga. Começa o trabalho de faxina às 8h no escritório. Fala com o filho por telefone às 10h para orientá-lo antes dele ir à escola. Almoça sua marmita que preparou na noite anterior. Sai do trabalho às 16h30, pega a filha na creche e chega em casa por volta de 18h. Começa sua rotina para o dia seguinte: lava roupa, prepara o jantar e o almoço de amanhã, faz lição com os filhos e vai dormir cedo. Mas, no final de semana, ninguém trabalha. Faz a faxina de casa na sexta à noite para ter tempo livre com os filhos. Passeia, vai ao parque, vai a festas de amigos, faz qualquer programação que seja boa para as crianças. Viúva há um ano, decidiu que vai emagrecer este ano. Ela se acha privilegiada porque tem saúde e emprego. A maior parte do tempo está sorrindo.
Alguém tem dúvida de que as mulheres pobres têm muito mais a ensinar que as mulheres ricas?
Assisti uma única vez ao bizarro programa Mulheres Ricas. Foi o suficiente para confirmar a impressão que eu já tinha antes, de que tratava-se de uma reunião de mulheres fúteis e inúteis, ignorantes além de tudo, a gastarem dinheiro de forma burra e irresponsável. Isso me irrita profundamente, porque só reforça o estereótipo da mulher que não sabe lidar com dinheiro. Puro machismo. Gostei do que li esta semana na coluna do José Simão de que o programa serve, na verdade, para provar que dinheiro não traz apenas felicidade, mas pode trazer demência também.
Sou do tempo em que falar "Vem cá Luiza" fazia uma referência à música de Tom Jobim ("Luiza"). Agora quando se fala "Luiza" todo mundo já pensa na menina que estava no Canadá. Esta semana, li em um artigo político, na página séria de um jornal, a menção a Luiza (do Canadá)! E hoje fiquei sabendo que Caetano Veloso e Gilberto Gil vão receber a Luiza e seu pai no camarote, durante o Carnaval. Este segundo fato até faz mais sentido. Mas dá para entender tudo isso? É engraçado, concordo, mas que coisa sem sentido. Voilá!
Ainda prefiro a música:
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