CUIDADOS

Saiba como manter sua piscina protegida da dengue

Em poucos passos, consultora ensina a deixar o mosquito longe da sua casa
11/03/2015 | - Atualizado em 11/03/2015 - 18h47 Divulgação
faleconoscorac@rac.com.br
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O uso do cloro não tem 100% de eficiência, porém, ajuda no combate às larvas
O uso do cloro não tem 100% de eficiência, porém, ajuda no combate às larvas
Famoso por causar um mal e tanto à saúde, o Aedes Aegypti deve ser eliminado antes mesmo de nascer, e o único meio de garantir que ele não vai atrapalhar sua diversão é erradicar todos os focos de águas paradas e sem tratamento. Por isso, até mesmo a disputada piscina pede cuidado especial.

Segundo Graziella Aguiar, arquiteta e consultora da Master House Manutenções e Reformas, as parte secas são as que merecem mais atenção. "O Aedes deposita seus ovos nas paredes das piscinas, um pouco acima do nível da água ou enquanto ela está vazia. É justamente ali que as pessoas tendem a achar que ele não pode causar nenhum malefício, já que procria na água parada. Porém, após alguns dias tendo o contato esporádico com a água, alimentando-se de resíduos orgânicos, eles nascem, ainda mais se o tratamento com elementos químicos na piscina não estiver em dia", explica.

O uso do cloro não tem 100% de eficiência, porém, ajuda no combate às larvas. Segundo a consultora, também é preciso estar atento ao residual de cloro ativo presente na água e mantê-lo dentro dos padrões recomendados pela vigilância sanitária.
 
Além disso, Graziella alerta que a filtragem deve ser feita rigorosamente de acordo com as orientações dos fabricantes. "Normalmente, esse processo dura oito horas e pode ser feito na madrugada, por exemplo". Ela também indica a limpeza das bordas com uma bucha ou vassoura regularmente e a aspiração e remoção de sujeira.

Casos de dengue por região:

Sudeste: 22.636 casos (aumento de 55,3%)
Centro-Oeste: 8.169 (20%)
Norte: 4.010 (10%)
Nordeste: 3.906 (9,5%)
Sul: 2.104 (5,1%)