ANESTESIA

Saiba como funciona a anestesia usada pelos dentistas

Tire as suas dúvidas sobre a anestesia local usada pelos dentistas em seus consultórios
18/08/2014 | - Atualizado em 18/08/2014 - 17h46 Divulgação
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Anestesia local, em certos casos, gera dúvida e medo
Anestesia local, em certos casos, gera dúvida e medo
Consultar o dentista regulrmente é de extrema importancia para que seja evitado o aparecimento de alguma cárie bem como qualquer outro diagnóstico desfávorável para o paciente. Porém, em certos casos, há a necessidade de se usar a anestesia, para que o paciente não sofra na cadeira do dentista.
 
Antes do início de qualquer tratamento em odontologia e da anestesia do dentista entrar em ação, o profissional deve avaliar o paciente para a administração da anestesia local. Ele deve determinar se o paciente pode tolerar física e psicologicamente o procedimento dentário. O profissional deve procurar o maior número de informações sobre o estado físico e mental do paciente, antes da administração do anestésico local.

Como funciona a anestesia do dentista?

A anestesia do dentista funciona das seguintes formas:
- Pelo bloqueio da despolarização e da condução nos axônios;
- Mediante a aplicação de frio;
- Induzindo uma isquemia tissular;
- Fazendo-se pressão sobre os troncos nervosos;

Os anestésicos locais utilizados pelo dentista na dosagem adequada inibem de forma reversível a condução nervosa no organismo.Concretamente atuam bloqueando o inicio da despolarização e da propagação da mudança do potencial de membrana.A teoria atualmente mais aceita é de que os anestésicos atuam em receptores específicos presentes na própria membrana, no interior dos canais de sódio. Então quando o anestésico local entra em contato com o receptor, obstruem a passagem nesse canal dos íons sódio em direção ao interior da célula.

Assim se evita a despolarização, ou seja, a passagem do impulso nervoso. Os anestésicos acabam competindo também com os íons cálcio que tem a função de aumentar a permeabilidade da célula e facilitar a despolarização.
 
Fonte: Site 'Odontoblogia'
 
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