PATERNIDADE

Ser um pai durão e bonzinho não é "incompatível"

Psicóloga afirma que as duas figuras são importantes para os filhos
28/07/2014 | - Atualizado em 08/08/2014 - 18h55 Divulgação
faleconoscoraqc@rac.com.br
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Paternidade gera muitas dúvidas entre os homens
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Não há dúvidas que ser pai é uma grande etapa da vida, e como todas, existem desafios e barreiras para vencê-las. Com a paternidade não é diferente: não existem receitas prontas para desempenhar este importante papel na vida do filho. Existem aqueles pais "durões" e há quem prefira ser "bonzinho". A psicóloga e psicoterapeuta familiar Rosana Machado, esclarece que esses dois papéis não são incompatíveis, pois se utilizados da maneira correta são extremamente bem-vindos na educação dos filhos.
 
"As crianças precisam de limites para conviver na sociedade, os paizões que permitem tudo, não estão educando seus filhos, às vezes precisamos negar certas coisas e, dizer não também ajuda a ensinar as crianças, que mesmo pequenas são abertas e capazes a ter uma boa conversa" explica Rosana.

Não é segredo que os filhos precisam também do pai "bonzinho" e presente, que os incentiva e apoia não só nas horas mais difíceis. O fato do pai estar junto na hora da brincadeira os auxilia a controlar a agressividade, se desenvolver melhor e ter mais chances de se tornar um adulto seguro e responsável.

A psicóloga ainda afirma que o papel de pai deve ser conciliado com o exercido pela mãe, e dividido da melhor maneira pelo casal. É necessário determinar a importância e a função de cada membro da família. A base da relação entre o pai e seu filho é o amor e os filhos precisam sempre ouvir e perceber que são amados. Ser um bom pai exige tempo trabalho e dedicação, porém este grande esforço e empenho são recompensados com muita alegria ao ver o maior projeto de vida realizado e concretizado.
 
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