SAÚDE

Colesterol alto atinge 40% da população; saiba como prevenir

Mal pode ser combatido com atividade física e dieta controlada
31/05/2013 | - Atualizado em 04/08/2014 - 18h44 Divulgação
faleconoscorac@rac.com.br
Foto: Divulgação
Controle deve ser feito por meio de exames de laboratório
Controle deve ser feito por meio de exames de laboratório
Dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia mostram que o colesterol alto afeta severamente cerca de 40% dos adultos e 20% dos jovens. Como é silencioso, ele só pode ser detectado através de exames laboratoriais. A verificação regular desses níveis, fazer atividade física e uma dieta controlada podem ajudar a reduzir o risco de problemas relacionados a esse mal.
 
"O colesterol elevado não provoca sintomas, nem mesmo quando começa a formar placas de gordura nas artérias e sua primeira manifestação pode ser um infarto do miocárdio ou um Acidente Vascular Cerebral (AVC)", alerta o presidente da Sociedade Paranaense de Cardiologia, Osni Moreira. Segundo ele, o colesterol pode não gerar complicações, mas ajuda a desenvolver doenças cardíacas. 
  
Existem dois tipos de colesterol: o LDL, conhecido como colesterol ruim, que em níveis altos pode formar placas de gordura nas artérias, prejudicando a passagem de sangue e causando infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral; e o HDL, também chamado de colesterol bom, que ajuda a reduzir a formação de placas de gordura no sangue, mas em baixos níveis também pode originar doenças cardiovasculares.
 
Prevenção
  
O cardiologista afirma que os principais cuidados que devem ser tomados são fazer exames para identificação do nível de colesterol e verificar como pode ser tratado.
 
"Por último, devem ser tomadas medidas de tratamento do colesterol elevado propriamente dito, que caem em três grupos: reeducação alimentar, otimização de atividade física e medicações. Toda essa sequência é coordenada pelo médico do paciente", explica.

Com relação à alimentação, o médico é enfático. "Se a dieta não estiver correta, pare e corrija. O malefício causado pelos erros dietéticos já está feito e, a partir do momento em que se entra no tratamento, é preciso fazer uma reeducação alimentar", afirma.
 
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