DEU SONO?

Rotina: quando o tédio toma conta do trabalho

Especialista afirma diferentes fatores podem levar a desmotivação do funcionário, e é importante identificá-los antes de qualquer decisão
25/07/2014 | - Atualizado em 25/07/2014 - 19h19 Mariane Mirandola
mariane.mirandola@rac.com.br
Foto: Divulgação
De acordo com especialista diferentes fatores podem levar a desmotivação
De acordo com especialista diferentes fatores podem levar a desmotivação
Estado de desinteresse ou falta de motivação, muitos profissionais já acordaram com a sensação de não querer ir trabalhar, ou então, com a vontade de deixar tudo para trás e sair correndo. Esse tipo de sentimento torna-se comum, quando o trabalho cai na rotina e as necessidades no mercado não são satisfeitas, seja por tarefas tediosas, ambiente desagradável ou conflitos internos.

De acordo com a especialista em gestão de carreira pela FGV, Maria Rita Ritz, nem sempre as pessoas são motivadas apenas por dinheiro e é importante que o gestor conheça o seu funcionário. “Existe uma mania de rotular as pessoas com vários significados, mas elas não são iguais, cada um é motivado de uma maneira diferente”, afirma.

Ainda segundo a especialista, o relacionamento é a melhor ferramenta que um gestor pode utilizar no ambiente. “Os gestores na atualidade tem uma ferramenta fantástica chamada relacionamento, mas nem sempre ela é utilizada. É importante fazer a equipe se olhar como um todo”, explica.


Possibilidades que levam ao tédio

Quando a ferramenta do relacionamento não é utilizada, ou deixa de fazer parte da rotina e o fantasma da desmotivação tenta falar mais alto, é importante que o funcionário identifique o que está o afetando e não generalize o problema.

Maria Rita explica que diferentes fatores podem levar a desmotivação, seja o próprio ambiente de trabalho, as tarefas ou o próprio gestor.

“Antes de pensar em sair da empresa, faça um mapeamento, identifique o que está te desmotivando e veja se não há um caminho para mudar ou melhorar. Nunca tenha como primeira opção mudar de emprego”, aconselha.

Outro conselho da especialista é ver ser a insatisfação não é mesma de mais pessoas, caso seja, é importante procurar alguém para intermediar a situação, em muitos casos, o setor de Recursos Humanos.
 
 
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